segunda-feira, 8 de setembro de 2014

abordagem histórica


os textos discutidos dentro da abordagem histórica


Para aula do dia 8/9




para o  dia 15/09


e um outro, que utilizaremos nas discussões, mas de leitura não-obrigatória: 

12 comentários:

  1. Muito bom o blog. Assim, dá pra ir acompanhando toda semana !!

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  2. Olá Andressa
    Pode acrescentar suas leituras! Serão bem vindas!

    Silvania

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  3. Ok!

    Vou postar 5 textos no qual eu fiz um fichamento. Vou mandar os textos, com o link original.

    Vale a pena conferir !! =)

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  4. Link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982013000100003&script=sci_arttext (acesso em 20/09/2014)

    CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS








    Andressa Reis Rocha







    Breve Resumo
    Neste artigo, a autora Agnela da Silva Giusta, expõe as concepções de aprendizado que subsidiam as práticas pedagógicas, colocando em cheque as contradições que marcam a produção do conhecimento psicológico.




    Transcrições de citações mais importantes
    “Julgamos que o tratamento do tema proposto deva começar pondo em destaque um fato: o conhecimento psicológico não constitui um todo harmonioso, assim como não são harmoniosas as sociedades no interior das quais ele vem sendo produzido.
    Trata-se de teorias idealistas, porque não estão fundadas na realidade da vida dos homens e a elas se contrapõem aquelas que ou veem o indivíduo situado historicamente, ou, pelo menos, comportam a definição do individuo como conjunto das relações sociais, como síntese de múltiplas determinações. Tal síntese, sendo subjetiva, porque constitutiva do próprio EU, é compartilhada por muitos indivíduos, por força das condições históricas objetivas que os unem. Esse conceito de indivíduo desfaz o preconceito de identificar a Psicologia como “a ciência do indivíduo”, no sentido de uma subjetividade pura, e permite defini-la como a ciência da conduta, englobando tanto os comportamentos observáveis, como os processos conscientes e inconscientes, que lhes são efetividade e que apresentam uma dimensão humano-genérica, uma dimensão diferenciada a partir da condição dos sujeitos como pertencentes a uma classe social, a um grupo, a uma comunidade, etc., e, por fim, uma dimensão individual, no sentido já expresso anteriormente.
    O conceito de aprendizagem emergiu das investigações empiristas em Psicologia, ou seja, de investigações levadas a termo com base no pressuposto de que todo conhecimento provém da experiência. Nessa via de interpretação, ganha sentido a definição de aprendizagem como “mudança de comportamento resultante do treino ou da experiência”.
    É claro que essa cisão entre subjetividade e objetividade nada mais é que o reflexo da divisão social do trabalho, da separação entre o fazer e o pensar, da prática e da teoria. E, nesses casos, assiste-se a uma supervalorização da teoria, porque, sendo aquela que sabe, tem o direito de comandar a prática. A esta, como ignorante, nada mais resta do que obedecer à teoria. E dada a falsidade da relação de dominação entre teoria X prática, não poderíamos esperar que a escola, instituição legitimadora e produtora desse tipo de dominação, pudesse ter encarado a transmissão do conhecimento de uma forma diversa daquelas que impedem a autonomia intelectual e a produção de um conhecimento verdadeiro e, por isso, libertador.”




    Comentário pessoal
    É um artigo importante do ponto de vista crítico, com um olhar voltado para descobertas, definições e conceitos. Aborda o que temos visto em sala de aula e também, o que deve ser feito/mudado nos centros pedagógicos.




    Referências bibliográficas
    HELLER, A. O Quotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
    HELLER, A. Para mudar a vida. São Paulo: Brasiliense, 1982.
    LEFEBVRE, H. Lógica formal – Lógica dialética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
    LEONTIJEV, A. N.; LURIA, A. R. Le concezioni psicologiche li L.S.Vygotski. In: VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973.
    PIAGET, J. A equilibração das estruturas cognitivas. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. Prefácio.
    PIAGET, J. Sabedoria e ilusões da Filosofia. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1969.
    SCHAFF, A. Filosofia del linguaggio. Roma: Riuniti, 1975. cap. 4.
    VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973.
    VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: M. Fontes, 1984.
    ZAZZO, R. Psicologia e Marxismo. Lisboa: Vega, 1978.




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  5. Link: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16796&Itemid=1128 (acesso em 20/09/2014)

    FICHAMENTO DA REVISTA/CARTILHA: PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA








    Andressa Reis Rocha








    • Cronograma 2013
    Semana saúde na escola (ações nas escolas)
    Programa Saúde na Escola (processo de pactuação, contratualização)

    • Semana saúde na escola
    Mobilização
    Adesão
    Temáticas foco da campanha: saúde ocular e prevenção da obesidade
    Mobilização em relação ao Crack (adolescentes)
    Município que aderir: recebe incentivo após informação das ações realizadas no sistema do PSE
    Distribuição de materiais pedagógicos
    HQ SPE e revistinhas Saber Saúde
    Guia com sugestões de atividades para a semana

    • O acesso ao sistema informatizado do PSE será através do Fundo Municipal de Saúde (FMS)

    • O FMS gerencia os perfis e cadastra responsáveis para adesão


    • Quem faz a adesão: o perfil Gestor Municipal


    • Processo e passo a passo da adesão


    • Ações creches
    Essenciais: avaliação e sondagem
    Optativas: ações de segurança alimentar e criação de grupos de discussão de ações

    • Ações pré-escolas
    Essenciais: avaliação e sondagem
    Optativas: criação de grupos de discussão de ações, promoção da cultura de paz e ações de segurança alimentar

    • Ações fundamental e médio
    Essenciais: avaliação e prevenção
    Optativas: ações de segurança alimentar, educação para a saúde sexual, promoção da cultura de paz e promoção das práticas corporais

    • Fichas de atendimento individual

    • Fichas de atividades coletivas

    • Mapa de atividade coletiva

    • Mapa de atendimento individual

    • Resultados: quantitativo de municípios que atingiram metas e receberão repasse de recurso financeiro correspondente por estado


    • Contatos: emails dos responsáveis por cada estado








    SAÚDE NA ESCOLA: APRENDER FAZ BEM PARA A VIDA E PARA A SAÚDE TAMBÉM!


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  6. Link: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v31n2/2249.pdf (acesso em 20/09/2014)

    REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA



    Andressa Reis Rocha



    Breve resumo
    Conceitos de educação e de promoção em saúde: mudanças individuais e mudanças organizacionais.

    Transcrições de citações mais importantes
    “Foram estudadas diferentes características de definições de promoção e educação em saúde. Existem dois tipos de planejamento em saúde, que são mudanças individuais e mudanças organizacionais. Ou seja, é fundamental que os especialistas atuantes, tenham profundo conhecimento das áreas de intervenção e compreendam suas funções na prática da saúde pública.
    O esclarecimento sobre as diferenças dos termos: educação em saúde e promoção em saúde é importante tecnicamente para a saúde pública. Essas associações ocorrem com maior frequência nos países em desenvolvimento.
    Educação em saúde são experiências de aprendizagem com o objetivo de contribuir com ações voluntárias à saúde. Já promoção em saúde, combinam educação e ambiente com o propósito de alcançar condições de vida acessível à saúde.
    O importante é saber que estas duas definições, permitem diferenciar com mais propriedade tipos de programas, atividades e procedimentos, que passam a ser mais bem caracterizados por propostas que, dependendo das circunstâncias, poderão ser de natureza educacional ou de natureza promocional.
    De todo modo, independente das definições, os profissionais não podem deixar de limitar suas atuações de acordo com os cargos e funções que desempenham nas agências de saúde ou em outras instituições. Assim, também, no ambiente acadêmico.”


    Comentário pessoal
    É um artigo importante para ler antes do estudo de qualquer área de ensino e pesquisa para discentes e docentes.


    Referências bibliográficas
    1. CANDEIAS, N.M.F. Forças propulsoras e restritivas na área
    da educação em saúde. In: Ação participativa: perspectivas de
    atuação dos educadores de saúde pública. Brasília, DF,
    Centro de Documentação do Ministério da Saúde, 1984. p.39.
    2. CANDEIAS, N.M.F. Memória histórica da Faculdade de
    Saúde Pública da Universidade de São Paulo: 1918-1945.
    Rev. Saúde Pública, 18: 2-60, 1984.
    3. CANDEIAS, N.M.F. Evolução histórica da educação em
    saúde como disciplina da Faculdade de Saúde Pública da
    Universidade de São Paulo, 1925-1967. Rev. Saúde Pública,
    22: 345-65, 1988.
    4. CANDEIAS, N.M.F. Carta ao editor. Rev. Saúde Pública, 22:
    345, 1988.
    5. CANDEIAS, N.M.F. et al. Delineamento do papel
    profissional dos especialistas e educação em saúde, uma
    proposta técnica. Rev. Saúde Pública, 24 : 289-98,1991.
    6. CANDEIAS, N.M.F. Evaluating the quality of health
    education programmes, some comments on methods and
    implementation. Hygie, 10: 40-4,1991.
    7. CANDEIAS, N.M.F. et al. Meeting global health challenges:
    a position paper on health education. Atlanta, Centers for
    Disease Control, 1991.
    8. CLEARY, H.P. Health education, the role and functions of
    the specialist and the generalist. Rev. Saúde Pública, 22: 64-
    72, 1988.
    9. GREEN, L.W.et al. Health education planning, a diagnostic
    approach. California, Mayfield Publishing Company, 1980.
    10. GREEN, L.W. Policies for decentralization and development
    of health education. Rev. Saúde Pública, 22: 217-20, l988.
    11. GREEN, L.W. & KREUTER, M.W. Health promotion
    planning, an educational and environmental approach. 2nd.
    ed., Mountain View, Mayfield Publishing Company, 1991.
    12. NATIONAL TASK FORCE ON THE PREPARATION AND
    PRACTICE OF HEALTH EDUCATION. A guide for
    development of competency based curricula for entry level
    health educators. New York, 1983.
    13. RICE, M. & CANDEIAS, N.M.F. Padrões mínimos da
    prática de educação em saúde, um projeto pioneiro. Rev.
    Saúde Pública, 23: 347-53, 1989.
    14. WE can do it. In: Conference Edition, Handbook from The
    Sundsvall Conference on Health Promotion, Sundsvall,
    Sweden, 1991.


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  7. aaaaaah, que pena!

    Só consegui colocar 3 textos, pois o post só permite 4096 caracteres =(

    Mas estou mandando o link dos outros dois que ficaram de fora.

    Link: ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/educacao.pdf (acesso em 20/09/2014)
    Texto: EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PLANEJANDO AS AÇÕES EDUCATIVAS – TEORIA E PRÁTICA

    Link: http://www.scielo.br/pdf/csc/v12n2/a09v12n2 (acesso em 20/09/2014)
    Texto: INTEGRALIDADE, FORMAÇÃO DE SAÚDE, EDUCAÇÃO EM SAÚDE E AS PROPOSTAS DO SUS - UMA REVISÃO CONCEITUAL.

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  8. Olá Pessoal,
    queria agradecer a todos pelas duas segundas-feiras de aprendizado e reflexão! Contem comigo para o que precisarem certo? Estou corrigindo os trabalhos dos que me entregaram fisicamente a avaliação na última segunda-feira.
    Aproveitando, peço ajuda de vocês pra identificarem um trabalho que veio sem nome! O título é "Reflexão histórica acerca da orientação profissional e sua implicação na área da psicologia clínica".

    Um abraço e bom domingo pra todo mundo!
    reinaldo

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  9. Sobre Blogs - Convite

    Pessoal, queria convida-los a acessar o blog que mantenho juntamente com outros amigos historiadores da ciência.
    http://quemquerciencia.blogspot.com.br/
    Mais um espaço de socialização de discussões de dentro e de fora da sala de aula!
    :)
    um abraço
    reinaldo

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  10. Sobre as avaliações

    Bom dia pessoal!
    A primeira avaliação do curso, uma reflexão a respeito da historicidade de algum aspecto de sua profissão, foi cumprida por vocês. Segue a lista dos que me enviaram os trabalhos.
    Débora Cavalcanti Menezes,Amanda Nathale Soares, Elaine Ferreira Campos, Sônia Aparecida dos Santos Pereira, Rogério Rego Silva, Fernanda Piana e Cristiina Meireles.
    No geral, as reflexões foram boas. Algumas com um aprofundamento teórico interessante! Gostei de verdade, aprendi muito com vcs e espero que todos se sintam totalmente a vontade pra dialogar e contar comigo para o que puder ajudar, certo?
    Estamos em contato! Desejo muito sucesso na carreira e na vida de todos vcs!
    Grande abraço,
    Reinaldo


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    Respostas
    1. Mais três:
      moçada, recebi mais três trabalhos nesses dias, finalizando assim a primeira avaliação. Os que enviaram depois foram:
      Jacqueline, Luciene Reis e Claudia Aparecida.

      abraço pra vcs!
      reinaldo

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  11. Ufa!!!!! Pensei que eu tinha sobrado!!!!!

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