Link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982013000100003&script=sci_arttext (acesso em 20/09/2014)
CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Andressa Reis Rocha
Breve Resumo Neste artigo, a autora Agnela da Silva Giusta, expõe as concepções de aprendizado que subsidiam as práticas pedagógicas, colocando em cheque as contradições que marcam a produção do conhecimento psicológico.
Transcrições de citações mais importantes “Julgamos que o tratamento do tema proposto deva começar pondo em destaque um fato: o conhecimento psicológico não constitui um todo harmonioso, assim como não são harmoniosas as sociedades no interior das quais ele vem sendo produzido. Trata-se de teorias idealistas, porque não estão fundadas na realidade da vida dos homens e a elas se contrapõem aquelas que ou veem o indivíduo situado historicamente, ou, pelo menos, comportam a definição do individuo como conjunto das relações sociais, como síntese de múltiplas determinações. Tal síntese, sendo subjetiva, porque constitutiva do próprio EU, é compartilhada por muitos indivíduos, por força das condições históricas objetivas que os unem. Esse conceito de indivíduo desfaz o preconceito de identificar a Psicologia como “a ciência do indivíduo”, no sentido de uma subjetividade pura, e permite defini-la como a ciência da conduta, englobando tanto os comportamentos observáveis, como os processos conscientes e inconscientes, que lhes são efetividade e que apresentam uma dimensão humano-genérica, uma dimensão diferenciada a partir da condição dos sujeitos como pertencentes a uma classe social, a um grupo, a uma comunidade, etc., e, por fim, uma dimensão individual, no sentido já expresso anteriormente. O conceito de aprendizagem emergiu das investigações empiristas em Psicologia, ou seja, de investigações levadas a termo com base no pressuposto de que todo conhecimento provém da experiência. Nessa via de interpretação, ganha sentido a definição de aprendizagem como “mudança de comportamento resultante do treino ou da experiência”. É claro que essa cisão entre subjetividade e objetividade nada mais é que o reflexo da divisão social do trabalho, da separação entre o fazer e o pensar, da prática e da teoria. E, nesses casos, assiste-se a uma supervalorização da teoria, porque, sendo aquela que sabe, tem o direito de comandar a prática. A esta, como ignorante, nada mais resta do que obedecer à teoria. E dada a falsidade da relação de dominação entre teoria X prática, não poderíamos esperar que a escola, instituição legitimadora e produtora desse tipo de dominação, pudesse ter encarado a transmissão do conhecimento de uma forma diversa daquelas que impedem a autonomia intelectual e a produção de um conhecimento verdadeiro e, por isso, libertador.”
Comentário pessoal É um artigo importante do ponto de vista crítico, com um olhar voltado para descobertas, definições e conceitos. Aborda o que temos visto em sala de aula e também, o que deve ser feito/mudado nos centros pedagógicos.
Referências bibliográficas HELLER, A. O Quotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. HELLER, A. Para mudar a vida. São Paulo: Brasiliense, 1982. LEFEBVRE, H. Lógica formal – Lógica dialética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. LEONTIJEV, A. N.; LURIA, A. R. Le concezioni psicologiche li L.S.Vygotski. In: VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973. PIAGET, J. A equilibração das estruturas cognitivas. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. Prefácio. PIAGET, J. Sabedoria e ilusões da Filosofia. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1969. SCHAFF, A. Filosofia del linguaggio. Roma: Riuniti, 1975. cap. 4. VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: M. Fontes, 1984. ZAZZO, R. Psicologia e Marxismo. Lisboa: Vega, 1978.
Link: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16796&Itemid=1128 (acesso em 20/09/2014)
FICHAMENTO DA REVISTA/CARTILHA: PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA
Andressa Reis Rocha
• Cronograma 2013 Semana saúde na escola (ações nas escolas) Programa Saúde na Escola (processo de pactuação, contratualização)
• Semana saúde na escola Mobilização Adesão Temáticas foco da campanha: saúde ocular e prevenção da obesidade Mobilização em relação ao Crack (adolescentes) Município que aderir: recebe incentivo após informação das ações realizadas no sistema do PSE Distribuição de materiais pedagógicos HQ SPE e revistinhas Saber Saúde Guia com sugestões de atividades para a semana
• O acesso ao sistema informatizado do PSE será através do Fundo Municipal de Saúde (FMS)
• O FMS gerencia os perfis e cadastra responsáveis para adesão
• Quem faz a adesão: o perfil Gestor Municipal
• Processo e passo a passo da adesão
• Ações creches Essenciais: avaliação e sondagem Optativas: ações de segurança alimentar e criação de grupos de discussão de ações
• Ações pré-escolas Essenciais: avaliação e sondagem Optativas: criação de grupos de discussão de ações, promoção da cultura de paz e ações de segurança alimentar
• Ações fundamental e médio Essenciais: avaliação e prevenção Optativas: ações de segurança alimentar, educação para a saúde sexual, promoção da cultura de paz e promoção das práticas corporais
• Fichas de atendimento individual
• Fichas de atividades coletivas
• Mapa de atividade coletiva
• Mapa de atendimento individual
• Resultados: quantitativo de municípios que atingiram metas e receberão repasse de recurso financeiro correspondente por estado
• Contatos: emails dos responsáveis por cada estado
SAÚDE NA ESCOLA: APRENDER FAZ BEM PARA A VIDA E PARA A SAÚDE TAMBÉM!
Link: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v31n2/2249.pdf (acesso em 20/09/2014)
REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA
Andressa Reis Rocha
Breve resumo Conceitos de educação e de promoção em saúde: mudanças individuais e mudanças organizacionais.
Transcrições de citações mais importantes “Foram estudadas diferentes características de definições de promoção e educação em saúde. Existem dois tipos de planejamento em saúde, que são mudanças individuais e mudanças organizacionais. Ou seja, é fundamental que os especialistas atuantes, tenham profundo conhecimento das áreas de intervenção e compreendam suas funções na prática da saúde pública. O esclarecimento sobre as diferenças dos termos: educação em saúde e promoção em saúde é importante tecnicamente para a saúde pública. Essas associações ocorrem com maior frequência nos países em desenvolvimento. Educação em saúde são experiências de aprendizagem com o objetivo de contribuir com ações voluntárias à saúde. Já promoção em saúde, combinam educação e ambiente com o propósito de alcançar condições de vida acessível à saúde. O importante é saber que estas duas definições, permitem diferenciar com mais propriedade tipos de programas, atividades e procedimentos, que passam a ser mais bem caracterizados por propostas que, dependendo das circunstâncias, poderão ser de natureza educacional ou de natureza promocional. De todo modo, independente das definições, os profissionais não podem deixar de limitar suas atuações de acordo com os cargos e funções que desempenham nas agências de saúde ou em outras instituições. Assim, também, no ambiente acadêmico.”
Comentário pessoal É um artigo importante para ler antes do estudo de qualquer área de ensino e pesquisa para discentes e docentes.
Referências bibliográficas 1. CANDEIAS, N.M.F. Forças propulsoras e restritivas na área da educação em saúde. In: Ação participativa: perspectivas de atuação dos educadores de saúde pública. Brasília, DF, Centro de Documentação do Ministério da Saúde, 1984. p.39. 2. CANDEIAS, N.M.F. Memória histórica da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo: 1918-1945. Rev. Saúde Pública, 18: 2-60, 1984. 3. CANDEIAS, N.M.F. Evolução histórica da educação em saúde como disciplina da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1925-1967. Rev. Saúde Pública, 22: 345-65, 1988. 4. CANDEIAS, N.M.F. Carta ao editor. Rev. Saúde Pública, 22: 345, 1988. 5. CANDEIAS, N.M.F. et al. Delineamento do papel profissional dos especialistas e educação em saúde, uma proposta técnica. Rev. Saúde Pública, 24 : 289-98,1991. 6. CANDEIAS, N.M.F. Evaluating the quality of health education programmes, some comments on methods and implementation. Hygie, 10: 40-4,1991. 7. CANDEIAS, N.M.F. et al. Meeting global health challenges: a position paper on health education. Atlanta, Centers for Disease Control, 1991. 8. CLEARY, H.P. Health education, the role and functions of the specialist and the generalist. Rev. Saúde Pública, 22: 64- 72, 1988. 9. GREEN, L.W.et al. Health education planning, a diagnostic approach. California, Mayfield Publishing Company, 1980. 10. GREEN, L.W. Policies for decentralization and development of health education. Rev. Saúde Pública, 22: 217-20, l988. 11. GREEN, L.W. & KREUTER, M.W. Health promotion planning, an educational and environmental approach. 2nd. ed., Mountain View, Mayfield Publishing Company, 1991. 12. NATIONAL TASK FORCE ON THE PREPARATION AND PRACTICE OF HEALTH EDUCATION. A guide for development of competency based curricula for entry level health educators. New York, 1983. 13. RICE, M. & CANDEIAS, N.M.F. Padrões mínimos da prática de educação em saúde, um projeto pioneiro. Rev. Saúde Pública, 23: 347-53, 1989. 14. WE can do it. In: Conference Edition, Handbook from The Sundsvall Conference on Health Promotion, Sundsvall, Sweden, 1991.
Só consegui colocar 3 textos, pois o post só permite 4096 caracteres =(
Mas estou mandando o link dos outros dois que ficaram de fora.
Link: ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/educacao.pdf (acesso em 20/09/2014) Texto: EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PLANEJANDO AS AÇÕES EDUCATIVAS – TEORIA E PRÁTICA
Link: http://www.scielo.br/pdf/csc/v12n2/a09v12n2 (acesso em 20/09/2014) Texto: INTEGRALIDADE, FORMAÇÃO DE SAÚDE, EDUCAÇÃO EM SAÚDE E AS PROPOSTAS DO SUS - UMA REVISÃO CONCEITUAL.
Olá Pessoal, queria agradecer a todos pelas duas segundas-feiras de aprendizado e reflexão! Contem comigo para o que precisarem certo? Estou corrigindo os trabalhos dos que me entregaram fisicamente a avaliação na última segunda-feira. Aproveitando, peço ajuda de vocês pra identificarem um trabalho que veio sem nome! O título é "Reflexão histórica acerca da orientação profissional e sua implicação na área da psicologia clínica".
Pessoal, queria convida-los a acessar o blog que mantenho juntamente com outros amigos historiadores da ciência. http://quemquerciencia.blogspot.com.br/ Mais um espaço de socialização de discussões de dentro e de fora da sala de aula! :) um abraço reinaldo
Bom dia pessoal! A primeira avaliação do curso, uma reflexão a respeito da historicidade de algum aspecto de sua profissão, foi cumprida por vocês. Segue a lista dos que me enviaram os trabalhos. Débora Cavalcanti Menezes,Amanda Nathale Soares, Elaine Ferreira Campos, Sônia Aparecida dos Santos Pereira, Rogério Rego Silva, Fernanda Piana e Cristiina Meireles. No geral, as reflexões foram boas. Algumas com um aprofundamento teórico interessante! Gostei de verdade, aprendi muito com vcs e espero que todos se sintam totalmente a vontade pra dialogar e contar comigo para o que puder ajudar, certo? Estamos em contato! Desejo muito sucesso na carreira e na vida de todos vcs! Grande abraço, Reinaldo
Mais três: moçada, recebi mais três trabalhos nesses dias, finalizando assim a primeira avaliação. Os que enviaram depois foram: Jacqueline, Luciene Reis e Claudia Aparecida.
Muito bom o blog. Assim, dá pra ir acompanhando toda semana !!
ResponderExcluirOlá Andressa
ResponderExcluirPode acrescentar suas leituras! Serão bem vindas!
Silvania
Ok!
ResponderExcluirVou postar 5 textos no qual eu fiz um fichamento. Vou mandar os textos, com o link original.
Vale a pena conferir !! =)
Link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982013000100003&script=sci_arttext (acesso em 20/09/2014)
ResponderExcluirCONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Andressa Reis Rocha
Breve Resumo
Neste artigo, a autora Agnela da Silva Giusta, expõe as concepções de aprendizado que subsidiam as práticas pedagógicas, colocando em cheque as contradições que marcam a produção do conhecimento psicológico.
Transcrições de citações mais importantes
“Julgamos que o tratamento do tema proposto deva começar pondo em destaque um fato: o conhecimento psicológico não constitui um todo harmonioso, assim como não são harmoniosas as sociedades no interior das quais ele vem sendo produzido.
Trata-se de teorias idealistas, porque não estão fundadas na realidade da vida dos homens e a elas se contrapõem aquelas que ou veem o indivíduo situado historicamente, ou, pelo menos, comportam a definição do individuo como conjunto das relações sociais, como síntese de múltiplas determinações. Tal síntese, sendo subjetiva, porque constitutiva do próprio EU, é compartilhada por muitos indivíduos, por força das condições históricas objetivas que os unem. Esse conceito de indivíduo desfaz o preconceito de identificar a Psicologia como “a ciência do indivíduo”, no sentido de uma subjetividade pura, e permite defini-la como a ciência da conduta, englobando tanto os comportamentos observáveis, como os processos conscientes e inconscientes, que lhes são efetividade e que apresentam uma dimensão humano-genérica, uma dimensão diferenciada a partir da condição dos sujeitos como pertencentes a uma classe social, a um grupo, a uma comunidade, etc., e, por fim, uma dimensão individual, no sentido já expresso anteriormente.
O conceito de aprendizagem emergiu das investigações empiristas em Psicologia, ou seja, de investigações levadas a termo com base no pressuposto de que todo conhecimento provém da experiência. Nessa via de interpretação, ganha sentido a definição de aprendizagem como “mudança de comportamento resultante do treino ou da experiência”.
É claro que essa cisão entre subjetividade e objetividade nada mais é que o reflexo da divisão social do trabalho, da separação entre o fazer e o pensar, da prática e da teoria. E, nesses casos, assiste-se a uma supervalorização da teoria, porque, sendo aquela que sabe, tem o direito de comandar a prática. A esta, como ignorante, nada mais resta do que obedecer à teoria. E dada a falsidade da relação de dominação entre teoria X prática, não poderíamos esperar que a escola, instituição legitimadora e produtora desse tipo de dominação, pudesse ter encarado a transmissão do conhecimento de uma forma diversa daquelas que impedem a autonomia intelectual e a produção de um conhecimento verdadeiro e, por isso, libertador.”
Comentário pessoal
É um artigo importante do ponto de vista crítico, com um olhar voltado para descobertas, definições e conceitos. Aborda o que temos visto em sala de aula e também, o que deve ser feito/mudado nos centros pedagógicos.
Referências bibliográficas
HELLER, A. O Quotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
HELLER, A. Para mudar a vida. São Paulo: Brasiliense, 1982.
LEFEBVRE, H. Lógica formal – Lógica dialética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
LEONTIJEV, A. N.; LURIA, A. R. Le concezioni psicologiche li L.S.Vygotski. In: VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973.
PIAGET, J. A equilibração das estruturas cognitivas. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. Prefácio.
PIAGET, J. Sabedoria e ilusões da Filosofia. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1969.
SCHAFF, A. Filosofia del linguaggio. Roma: Riuniti, 1975. cap. 4.
VYGOTSKY, L. S. Lo Sviluppo psichico del bambino. Roma: Riuniti, 1973.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: M. Fontes, 1984.
ZAZZO, R. Psicologia e Marxismo. Lisboa: Vega, 1978.
Link: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16796&Itemid=1128 (acesso em 20/09/2014)
ResponderExcluirFICHAMENTO DA REVISTA/CARTILHA: PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA
Andressa Reis Rocha
• Cronograma 2013
Semana saúde na escola (ações nas escolas)
Programa Saúde na Escola (processo de pactuação, contratualização)
• Semana saúde na escola
Mobilização
Adesão
Temáticas foco da campanha: saúde ocular e prevenção da obesidade
Mobilização em relação ao Crack (adolescentes)
Município que aderir: recebe incentivo após informação das ações realizadas no sistema do PSE
Distribuição de materiais pedagógicos
HQ SPE e revistinhas Saber Saúde
Guia com sugestões de atividades para a semana
• O acesso ao sistema informatizado do PSE será através do Fundo Municipal de Saúde (FMS)
• O FMS gerencia os perfis e cadastra responsáveis para adesão
• Quem faz a adesão: o perfil Gestor Municipal
• Processo e passo a passo da adesão
• Ações creches
Essenciais: avaliação e sondagem
Optativas: ações de segurança alimentar e criação de grupos de discussão de ações
• Ações pré-escolas
Essenciais: avaliação e sondagem
Optativas: criação de grupos de discussão de ações, promoção da cultura de paz e ações de segurança alimentar
• Ações fundamental e médio
Essenciais: avaliação e prevenção
Optativas: ações de segurança alimentar, educação para a saúde sexual, promoção da cultura de paz e promoção das práticas corporais
• Fichas de atendimento individual
• Fichas de atividades coletivas
• Mapa de atividade coletiva
• Mapa de atendimento individual
• Resultados: quantitativo de municípios que atingiram metas e receberão repasse de recurso financeiro correspondente por estado
• Contatos: emails dos responsáveis por cada estado
SAÚDE NA ESCOLA: APRENDER FAZ BEM PARA A VIDA E PARA A SAÚDE TAMBÉM!
Link: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v31n2/2249.pdf (acesso em 20/09/2014)
ResponderExcluirREVISTA DE SAÚDE PÚBLICA
Andressa Reis Rocha
Breve resumo
Conceitos de educação e de promoção em saúde: mudanças individuais e mudanças organizacionais.
Transcrições de citações mais importantes
“Foram estudadas diferentes características de definições de promoção e educação em saúde. Existem dois tipos de planejamento em saúde, que são mudanças individuais e mudanças organizacionais. Ou seja, é fundamental que os especialistas atuantes, tenham profundo conhecimento das áreas de intervenção e compreendam suas funções na prática da saúde pública.
O esclarecimento sobre as diferenças dos termos: educação em saúde e promoção em saúde é importante tecnicamente para a saúde pública. Essas associações ocorrem com maior frequência nos países em desenvolvimento.
Educação em saúde são experiências de aprendizagem com o objetivo de contribuir com ações voluntárias à saúde. Já promoção em saúde, combinam educação e ambiente com o propósito de alcançar condições de vida acessível à saúde.
O importante é saber que estas duas definições, permitem diferenciar com mais propriedade tipos de programas, atividades e procedimentos, que passam a ser mais bem caracterizados por propostas que, dependendo das circunstâncias, poderão ser de natureza educacional ou de natureza promocional.
De todo modo, independente das definições, os profissionais não podem deixar de limitar suas atuações de acordo com os cargos e funções que desempenham nas agências de saúde ou em outras instituições. Assim, também, no ambiente acadêmico.”
Comentário pessoal
É um artigo importante para ler antes do estudo de qualquer área de ensino e pesquisa para discentes e docentes.
Referências bibliográficas
1. CANDEIAS, N.M.F. Forças propulsoras e restritivas na área
da educação em saúde. In: Ação participativa: perspectivas de
atuação dos educadores de saúde pública. Brasília, DF,
Centro de Documentação do Ministério da Saúde, 1984. p.39.
2. CANDEIAS, N.M.F. Memória histórica da Faculdade de
Saúde Pública da Universidade de São Paulo: 1918-1945.
Rev. Saúde Pública, 18: 2-60, 1984.
3. CANDEIAS, N.M.F. Evolução histórica da educação em
saúde como disciplina da Faculdade de Saúde Pública da
Universidade de São Paulo, 1925-1967. Rev. Saúde Pública,
22: 345-65, 1988.
4. CANDEIAS, N.M.F. Carta ao editor. Rev. Saúde Pública, 22:
345, 1988.
5. CANDEIAS, N.M.F. et al. Delineamento do papel
profissional dos especialistas e educação em saúde, uma
proposta técnica. Rev. Saúde Pública, 24 : 289-98,1991.
6. CANDEIAS, N.M.F. Evaluating the quality of health
education programmes, some comments on methods and
implementation. Hygie, 10: 40-4,1991.
7. CANDEIAS, N.M.F. et al. Meeting global health challenges:
a position paper on health education. Atlanta, Centers for
Disease Control, 1991.
8. CLEARY, H.P. Health education, the role and functions of
the specialist and the generalist. Rev. Saúde Pública, 22: 64-
72, 1988.
9. GREEN, L.W.et al. Health education planning, a diagnostic
approach. California, Mayfield Publishing Company, 1980.
10. GREEN, L.W. Policies for decentralization and development
of health education. Rev. Saúde Pública, 22: 217-20, l988.
11. GREEN, L.W. & KREUTER, M.W. Health promotion
planning, an educational and environmental approach. 2nd.
ed., Mountain View, Mayfield Publishing Company, 1991.
12. NATIONAL TASK FORCE ON THE PREPARATION AND
PRACTICE OF HEALTH EDUCATION. A guide for
development of competency based curricula for entry level
health educators. New York, 1983.
13. RICE, M. & CANDEIAS, N.M.F. Padrões mínimos da
prática de educação em saúde, um projeto pioneiro. Rev.
Saúde Pública, 23: 347-53, 1989.
14. WE can do it. In: Conference Edition, Handbook from The
Sundsvall Conference on Health Promotion, Sundsvall,
Sweden, 1991.
aaaaaah, que pena!
ResponderExcluirSó consegui colocar 3 textos, pois o post só permite 4096 caracteres =(
Mas estou mandando o link dos outros dois que ficaram de fora.
Link: ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/educacao.pdf (acesso em 20/09/2014)
Texto: EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PLANEJANDO AS AÇÕES EDUCATIVAS – TEORIA E PRÁTICA
Link: http://www.scielo.br/pdf/csc/v12n2/a09v12n2 (acesso em 20/09/2014)
Texto: INTEGRALIDADE, FORMAÇÃO DE SAÚDE, EDUCAÇÃO EM SAÚDE E AS PROPOSTAS DO SUS - UMA REVISÃO CONCEITUAL.
Olá Pessoal,
ResponderExcluirqueria agradecer a todos pelas duas segundas-feiras de aprendizado e reflexão! Contem comigo para o que precisarem certo? Estou corrigindo os trabalhos dos que me entregaram fisicamente a avaliação na última segunda-feira.
Aproveitando, peço ajuda de vocês pra identificarem um trabalho que veio sem nome! O título é "Reflexão histórica acerca da orientação profissional e sua implicação na área da psicologia clínica".
Um abraço e bom domingo pra todo mundo!
reinaldo
Sobre Blogs - Convite
ResponderExcluirPessoal, queria convida-los a acessar o blog que mantenho juntamente com outros amigos historiadores da ciência.
http://quemquerciencia.blogspot.com.br/
Mais um espaço de socialização de discussões de dentro e de fora da sala de aula!
:)
um abraço
reinaldo
Sobre as avaliações
ResponderExcluirBom dia pessoal!
A primeira avaliação do curso, uma reflexão a respeito da historicidade de algum aspecto de sua profissão, foi cumprida por vocês. Segue a lista dos que me enviaram os trabalhos.
Débora Cavalcanti Menezes,Amanda Nathale Soares, Elaine Ferreira Campos, Sônia Aparecida dos Santos Pereira, Rogério Rego Silva, Fernanda Piana e Cristiina Meireles.
No geral, as reflexões foram boas. Algumas com um aprofundamento teórico interessante! Gostei de verdade, aprendi muito com vcs e espero que todos se sintam totalmente a vontade pra dialogar e contar comigo para o que puder ajudar, certo?
Estamos em contato! Desejo muito sucesso na carreira e na vida de todos vcs!
Grande abraço,
Reinaldo
Mais três:
Excluirmoçada, recebi mais três trabalhos nesses dias, finalizando assim a primeira avaliação. Os que enviaram depois foram:
Jacqueline, Luciene Reis e Claudia Aparecida.
abraço pra vcs!
reinaldo
Ufa!!!!! Pensei que eu tinha sobrado!!!!!
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